Não sei você, mas eu sempre estou a conversar comigo mesmo, não daqueles que andam na rua ou dentro de um transporte público gesticulando e badalando os lábios, mas sim daquele tipo de olhar compenetrado e perdido…
É assim que venho passando algumas horas da minha vida durante alguns meses.
Algumas pessoas fingem entender e as que poderiam entender fingem se importar.
E eu continuo em meu dialogo de olhar compenetrado.
PS: Por um amigo… (26/05/2010)


